Gerdau reutiliza 97,5% de água no processo de produção do aço

A empresa tem uma das melhores taxas de recirculação de água na indústria mundial do aço

Hidreletrica

Preocupada em garantir a operação sustentável em suas usinas, a Gerdau, líder no segmento de aços longos nas Américas e uma das principais fornecedoras de aços especiais do mundo, possui uma das melhores taxas de recirculação de água na indústria mundial do aço, com um índice médio superior a 97,5%. Na prática, essa totalidade da água é reutilizada, descontando-se uma pequena quantidade de 2,5% que corresponde principalmente a perdas por evaporação.

Além dos benefícios ao meio ambiente, a recirculação de água proporcionou, em 2016, uma redução de custos na ordem de R$ 18 milhões. Esses bons resultados no processo de reutilização da água se devem a investimentos contínuos em avançados sistemas fechados de tratamento e recirculação. Em 2016, foram investidos R$ 234 milhões em projetos de melhorias ambientais que também incluem ações de preservação da água. A gestão da água é um fator tratada com máxima atenção pela Gerdau, uma vez que a água é um dos recursos naturais essenciais na produção do aço.  Na usina da Gerdau no Rio Continuar lendo

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Com R$ 3.490, é possível adquirir uma nanofranquia de limpeza automotiva a seco e instalá-la na capital paulista

NCars está disponível para todo o Brasil e tem interesse especial na capital paulista. Lucro líquido do franqueado chega a R$ 2.900,00 mensais
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Divulgação

O sistema de franchising acaba de ganhar uma nova  micro franquia, a NCars. Especializada em serviços de estética e limpeza automotiva a seco, pretende crescer por todo o Brasil, em especial, na capital paulista, apoiada em seus diferenciais.
Um deles – e que acaba sustentando os demais – é o conhecimento de seu franqueador, Marcos Soares. Foi ele que trouxe ao Brasil o conceito de limpeza a seco para Continuar lendo

Brasil é o quinto em ranking internacional de expansão da capacidade instalada de geração eólica em 2016

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O Brasil é o quinto país que mais expandiu a sua capacidade instalada de geração eólica em 2016, com um aumento de 2.014 megawatts entre janeiro e dezembro. Ele está atrás da China (23.328 MW), Estados Unidos (8.203 MW), Alemanha (5.443 MW) e Índia (3,612 MW). Os dados são da Global Wind Energy Council (GWEC), organização internacional da indústria eólica. Com o resultado adquirido no ano passado, o país chega ao 9º lugar com maior capacidade acumulada de energia eólica do mundo, de 10.740 MW, Continuar lendo

Brasil sobe no Ranking mundial de capacidade instalada de energia eólica

País ultrapassou a Itália e ocupa a nona posição no Ranking Mundial de capacidade instalada de energia eólica elaborado pelo GWEC – Global Wind Energy Council.

 

O GWEC – Global World Energy Council divulgou, nesta sexta-feira, 10 de fevereiro, o “GLOBAL WIND STATISTICS 2016”, documento anual com dados mundiais de energia eólica. O relatório mostra que, em 2016, foram adicionados 54,6 GW de potência eólica à produção mundial, totalizando 486,7 GW de capacidade instalada. O gráfico abaixo mostra o crescimento mundial desde 2001:

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No Ranking dos dez países com mais capacidade instalada total de energia Continuar lendo

Proteger rios custa US$ 2 por pessoa, diz organização ambiental

Estudo realizado em quatro mil cidades ao redor do mundo mostra que erosão de rios e nascentes é o maior problema das áreas urbanas

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Nascente do Rio Tietê, no estado de São Paulo (Imagem: reprodução/Wikimedia Commons)

Preservar rios e suas nascentes custa US$ 2 por pessoa. É o que afirma um estudo realizado pela organização ambiental The Nature Conservancy (TNC), uma das maiores organizações ambientais do mundo, divulgado nesta quinta-feira (12/1). O levantamento foi realizado em 4 mil cidades (grandes e médias), em vários continentes.

O estudo “Para Além do manancial: benefícios ambientais, econômicos e sociais da proteção das fontes de água” mostra ainda como o reflorestamento e a adoção das Continuar lendo

BNDES aprova financiamento de R$ 1,04 bilhão para complexo eólico nos estados do Piauí e Pernambuco

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 1,043 bilhão, destinado ao Complexo Eólico Ventos do Araripe 3. São 14 parques nos municípios de Simões e Curral Novo (Piauí), e Araripina (Pernambuco), com capacidade instalada total de 357,9 MW. A energia é o bastante para beneficiar 1,14 milhão de residências.

O complexo tem, ainda, 156 aerogeradores produzidos pela GE, e início de operação prevista para 2017.O apoio inclui o sistema de transmissão, mas contempla um subcrédito social de R$ 5,19 milhões, valor a ser investido no entorno do projeto. Desses recursos, parte será repassada pelo próprio BNDES e cerca de R$ 570 milhões por meio de agentes financeiros, como os bancos Santander e Bradesco.Também está prevista a emissão de debêntures de infraestrutura de até R$ 300 mil para compor uma parcela do valor total de investimento no complexo, que custará R$ 1,743 bilhão.


Fonte: CBIC Hoje

Investimentos da China em energia limpa crescem 60% em 2016 e consolidam liderança global

Com um recorde de US$ 32 bilhões em investimentos no exterior somente em 2016, a China está claramente se tornando a líder global em energias renováveis e tecnologias relacionadas.  Segundo o relatório Expansão Global de Energias Renováveis da China, do Instituto de Economia e Análise Financeira da Energia (IEEFA), o crescimento sobre 2015 foi de impressionantes 60%.


O instituto avaliou todos os negócios desse segmento com valores acima de US$ 1 bilhão. A escala e o crescimento do investimento realizado consolidam a liderança global da China em indústrias e em infra-estruturas de energia limpa. Em 2015 empresas chinesas realizaram oito investimentos no exterior superiores a US$ 1 bilhão cada, totalizando US$ 20 bilhões. O valor em 2016 foi 60% maior, alcançando a marca de US$ 32 bilhões em onze transações separadas conduzidas por empresas chinesas – duas delas, no Brasil.
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Energia solar se torna mais barata que combustíveis fósseis

Segundo Fórum Econômico Mundial, há dez anos, a energia solar tinha custo unitário de US$ 600. Em 2016, já conseguiu ser produzida por menos de US$ 100 – o preço do carvão

As energias renováveis atingiram um importante marco em 2016. De acordo com relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), em 30 países, incluindo o Brasil, as energias solar e eólica já podem ser produzidas gastando-se Continuar lendo

BNDES aprova criação do Fundo de Energia Sustentável

Novo instrumento, que entrará em operação em meados de 2017, priorizará investimentos relacionados a uma economia de baixo carbono.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de sua subsidiária de participações societárias, a BNDES Participações S.A. (BNDESPAR), aprovou na última quarta-feira, 30, a criação do Fundo de Energia Sustentável, que terá como objetivo investir de forma ativa, em ofertas primárias e no mercado secundário, em debêntures incentivadas de projetos de infraestrutura, prioritariamente em ativos relacionados a Continuar lendo