Asfalto ecológico é usado para tapar buracos em ruas de Cruzeiro do Sul

Asfalto é aplicado mesmo em período chuvoso na região.
O produto é prático e tem endurecimento apenas com água.

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Asfalto está sendo testando em uma das principais rodovias da cidade (Imagem: divulgação/Adelcimar Carvalho, G1)

A Prefeitura de Cruzeiro do Sul iniciou uma operação de tapa-buracos na cidade esta semana com uma nova tecnologia de asfalto mais prática, o chamado asfalto frio. O produto ecológico pode ser utilizado em climas adversos e é produzido em pequenas ou grandes quantidades.

A nova tecnologia foi trazida para a cidade por um franqueado que ganhou uma licitação para o fornecimento de 100 toneladas de massa asfáltica, que passou a ser usada de maneira experimental na Avenida 17 de Novembro.

O produto é prático, tem endurecimento apenas com adição de água e posterior evaporação. Não depende de grande estrutura, basta despejar o produto, nivelar, jogar água e compactar. O material está disponível em todas as prefeituras da região e pode ser adquirido por qualquer pessoa.

Além da praticidade, o produto proporciona 50% de redução de custos de obras de pavimentação, garante a empresa.

“Estamos com 80 indústrias, iguais a esta implantada em Cruzeiro do Sul, que atendem a mais de mil municípios no Brasil. Atualmente na Amazônia, nossa tecnologia é usada em Manaus (AM), Porto Velho (RO) e em Cruzeiro do Sul (AC). Esse material tem mais resistência que o asfalto convencional e pode ser aplicado em qualquer situação. Cruzeiro do Sul hoje tem a oportunidade de tapar buraco a qualquer dia do ano. Mesmo embaixo de chuvas”, destaca Leonardo Coelho, vice-presidente da empresa no Brasil.

O prefeito da cidade, Ilderlei Cordeiro, conta que já conhecia o produto e que é confiante no trabalho e na qualidade da nova tecnologia.

“Vamos ver a situação financeira do município para priorizar o tapa-buracos na cidade e recuperação das ruas. Estamos andando nas ruas e vendo que as chuvas deixam algumas em situação crítica. Nossa equipe está sendo preparada pela empresa para que possamos fazer o melhor por nossa cidade. Essa tecnologia vai diminuir despesas com máquinas e pessoas. Nossa cidade ganha muito com esse empreendimento feito aqui”, garante.

O médico Luiz Augusto é franqueado do produto no Acre e diz que a redução nos custos da obra é significativa.”Esse tipo de produto diminui o custo operacional e tem uma durabilidade maior que o asfalto convencional que é usado na cidade. Temos capacidade de produzir até 150 toneladas por dia. Esse nosso material se adapta as necessidades amazônicas, pois as prefeituras podem usar em qualquer clima”, finaliza.


Fonte: AI

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