Startup curitibana oferece energia solar por assinatura

O serviço pioneiro já está disponível na capital paranaense, com planos a partir de R$ 19,90, e em breve estará disponível em outras regiões do país

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Imagem: divulgação

Desde 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante a possibilidade de micro e minigeração doméstica de energia por meio da resolução normativa nº 482. Ou seja, ela permite que o consumidor instale pequenos geradores, tais como painéis solares ou microturbinas eólicas, em suas residências ou comércio. Considerando que no atual sistema de energia elétrica os consumidores são totalmente dependentes das distribuidoras locais, que são as responsáveis por todo o processo de compra e instalação, a oportunidade de gerar sua própria eletricidade pode significar uma considerável redução no valor da fatura.

Uma das alternativas mais viáveis é a geração de energia por meio de painéis solares fotovoltaicos instalados nos telhados das residências. A tecnologia funciona absorvendo a luz do sol e convertendo em eletricidade, porém, embora o retorno seja garantido os custos para compra e instalação dos mecanismos são altos. Este impasse foi o estímulo encontrado pela startup curitibana Renova Green para criar o seu recém-lançado modelo de negócio.

Inspirados pelo case de sucesso da empresa norte americana Solar City, maior instaladora de painéis fotovoltaicos dos Estados Unidos, a s .tartup decidiu operacionalizar a geração de energia solar doméstica no Brasil, que gera em média uma economia de mais de R$ 40,00 por mês na conta de luz. Ao invés de vender e instalar os equipamentos, eles optaram pela comercialização do serviço e adotaram um sistema similar aos planos de TV por assinatura, no qual o equipamento fica na casa do cliente em comodato, com planos comerciais e residenciais a partir de R$ 19,90 (taxa de instalação: R$ 199,00).

Apoiados pela aceleradora ISAE Business, programa do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), de Curitiba, a empresa pretende se firmar no mercado local para posteriormente captar recursos e atender todo o Brasil. Para Reinaldo Cardoso, um dos fundadores da startup, a tecnologia tem um grande potencial de expansão. “De acordo com a ANEEL, até 2.024 teremos mais 1.2 milhões de sistemas fotovoltaicos instalados em telhados por todo o Brasil. Temos certeza que os brasileiros irão abraçar essa causa assim que conhecerem o nosso sistema”, detalha.

Segundo o idealizador do projeto, que hoje já conta com 10 usuários cadastrados na capital, em um país que apesar de possuir um dos maiores potenciais de energia solar do planeta, gera quase toda sua eletricidade por meio das usinas hidrelétricas, a iniciativa representa uma transformação no setor. “Além de disponibilizar uma fonte com menor impacto ambiental oferece melhor custo/benefício para o consumidor”, completa Cardoso.

Para mais informações sobre o projeto pioneiro, acesse o site www.renovagreen.com.br.


Fonte: Assessoria de Imprensa

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5 comentários sobre “Startup curitibana oferece energia solar por assinatura

  1. Tem algo errado fe…. A 2,5 mil inversor + placa, o retorno pra empresa fica em em 10 anos e pro cliente retorna em 6 meses. falta alguma informação !

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  2. Concordo consigo, tem algo errado nisso.
    O investimento que a empresa faz para colocar um sistema solar fotovoltaico não é barato e essa empresa a cobrar esses valores. Muito estranho.

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  3. a questão está na escalada do negócio. Acho engraçado as pessoas duvidarem de preços acessíveis. A empresa só está sendo justa. um inversor + placa custam 2500 para compra unitária. Qual será o volume que eles adquiriram? e mais: uma vez instalados, a manutenção é mínima. O modelo sequer é inovador. Eles estão replicando o modelo da SolarCity, uma empresa norte-americana, do bilionário Elon Musk. Acho difícil um dos homens mais ricos do mundo “não fechar a conta” de uma das suas maiores empreitadas…

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  4. E note-se que a empresa fornece o equipamento em comodato. Se alguma pessoa insana optar por cancelar o serviço em menos de dez anos, pq prefere pagar muito mais caro por eletricidade da concessionária local, eles retiram o equipamento e instalam em outra residência. Eles não estão fazendo clientes para 10 anos, mas para 50.

    Agora imagine essa empresa escalando para 1 milhão de casas (eles podem atingir isso só no Paraná, sem dúvida) no primeiro ano. No 11º ano da empresa, ela entra no Ponto de Equilíbrio com um lucro mensal de R$ 19mi. Espero ter bastante dinheiro quando esses caras abrirem IPO. Vou lavar a alma.

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