ABESCO e Febraban discutem parceria para viabilizar novas linhas de financiamento para eficiência energética

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) se reuniram na última sexta-feira (22) para discutir a possibilidade de formatar uma parceria com o objetivo de viabilizar novas linhas de financiamento para projetos de eficiência energética no Brasil a partir de bancos privados. O encontro aconteceu em São Paulo, e teve a presença do diretor de Relações Institucionais da Febraban, Mario Sergio Vasconcelos, e do diretor financeiro, Rodrigo Aguiar, além do assessor executivo, Bruno Leite, da ABESCO.

“Esse foi o primeiro encontro e após a apresentação de um resumo do cenário energético, identificamos vários pontos de interesse comum.  Teve o intuito de fomentar novos negócios diminuindo riscos socioambientais, econômicos e climáticos de forma a atingir a melhoria e segurança da matriz energética brasileira e a redução da emissão de gases de efeito estufa, conforme as diretrizes traçadas durante a COP21 em Paris”, explicou o diretor da ABESCO, Rodrigo Aguiar.

A negociação para a formatação da parceria continua e o próximo passo será a realização de reuniões de trabalho com outras instituições que têm desenvolvido projetos no mesmo sentido, como a Fundação Getúlio Vargas EASP Centro de Estudos em Sustentabilidade, o Centro Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS)  e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

SOBRE A ABESCO:

Fundada em 1997, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que representa oficialmente o segmento de eficiência energética brasileiro, fomentando e promovendo ações e projetos para o crescimento do mercado energético. A entidade atua para disseminar e promover a eficiência energética, uma atividade técnico-econômica que objetiva proporcionar o melhor consumo de energia e água, com redução de custos operacionais correlatos, minimizar contingenciamentos no suprimento desses insumos e introduzir elementos e instrumentos necessários para o gerenciamento energético e hídrico de empresas ou empreendimentos.

Fonte: RS Press

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